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Comentário · há 2 meses
Paz a todos.

Observem trechos do SPIC que estão em fabricação.

O assédio moral, infelizmente, é um ato de violência existente em diversas profissões, assim sendo conceituado em período recente no Brasil, como “a exposição dos trabalhadores a circunstâncias humilhantes, degradantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado (s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.” Conceito este que nos foi presenteado pela Dra. Margarida Barreto (médica do trabalho) nas primeiras discussões sobre o tema no país. É fato notório que a área de segurança pública detém uma hierarquia rigorosa e, algumas vezes, injusta na relação hierárquica, a começar pelo ingresso de oficiais relacionado a “praças”, na qual estes ficam submissos por completo àqueles, no qual detém pouca idade e possuem experiências mínimas, acaso se forem comparadas as duas carreiras e o modo de ingresso, todavia o poder de comando e o hierárquico são muito discrepantes. Nisto já podemos evidenciar o perigo da possibilidade de abuso de poder, se levarmos em consideração esses fatores pragmáticos, então podemos entender os diversos casos concretos de denúncias feitas, por exemplo, advindas de soldados, cabos, guardas, agentes e outrem em relação a tenentes, majores e capitães, supervisores e entre outros superiores, enquanto esses casos são julgados e arquivados na esfera administrativa e na judiciária pelo “corporativismo e boa vizinhança”. Observando essas ocorrências na segurança pública, partimos também em analogia científica, para área da vigilância e segurança privada (e há distinções, pois há vigilantes regidos por leis específicas em distinção a porteiros, vigias, guardas, alarmantes e outros sentinelas) e, mesmo assim, notamos que a sistemática hierárquica e poderes de direção, são semelhantes. Isto levando em consideração que a sistemática da segurança pública foi utilizada como molde para a instalação da segurança privada e, nesta manifestação, houve advento de fatores muito positivos, assim como negativos. Com isso, entendemos também os casos manifestos, na competência judicial trabalhista, sobre assédio moral de líderes, supervisores, coordenadores, gerentes e outros, em relação a vigilantes, táticos, porteiros, guardas, vigias entre outros e vice-versa. Tenhamos, neste momento, outro ponto de vista interessante: e as mulheres como ficam? Sabemos também que, nessa exposição histórica de formação das carreiras da segurança pública e do advento da segurança privada análoga a sistemática da outra, vimos pela história que essa área de atuação foi predominante de homens até a presente data, porém as mulheres conquistaram seus postos de serviço nessas áreas e lograram êxito por seus esforços quase sobrenaturais e, na gênese de suas tentativas, foram desde logo discriminadas e assediadas por estarem explorando o poder outorgado a virilidade do homem e isto foi ponto de partida para também diversos casos de assédio moral relatados em denúncias. Depois da repercussão geral, parece-nos que há ocorrências menos freqüentes e mais sutis e omissas. Temos que isso tudo abordado é um grave problema social e estrutural, que perdura há tempos e não pode mais ser ignorado, mas deve ser sanado mediante a igualdade no sentido pleno (formal, material e moral) e com a fiscalização dos poderes sendo mantida a neutralidade e isentos da parcialidade, abstendo-se do corporativismo comprometedor e de outros fatores influenciadores.

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